When People become Scales, a sad alternative to conflict resolutions

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I’ve been studying conflicts for over a decade, and what I’ve seen worries and saddens me.
For some reason I cannot reach, at some point in the way we lost faith in dialogue as a way to solve conflicts. As a consequence, we stoped using it, and therefore we forgot how to do it. People do not know how to talk to each other in order to transcend conflicts.
The understanding about conflicts resolution became a scale. Opinions are put in one side or the other, till it tends to one of them. Next phase follows: to determine the punishment.
This is, unfortunately, a poor and eluded way to deal with conflicts. The way I see it, it’s a form where everyone loses something. The conflict itself is not even slightly solved, and remains hidden under the illusion of a fair resolution. Illusion that comes to reality in form of a  determined punishment. The emotions and wounds generated by the conflicts are not solved, not treated. They are still there, alive and hurting.
Now, attempts to talk as an alternative to solve a problem tend to fail, because we don’t know anymore how to dialogue properly. We lost the ability to do it. Talking is not necessarily a dialogue, and I see little understanding in the way people talk to each other. They are not clear about the way they feel or about their real goals. Not even clear to their selves.
To realize you can’t dialogue it’s also difficult, because it demands one to see something he does not see anymore. A different path.
It is urgent that we, as people, companies and as a society, meet the dialogue as a way to build solutions to conflicts. Therefore, one has to accept he might need help, and learn how to ask for it.
Lawyers have their value, but they cannot help in these matters, because their model is built over the scale. It’s a bilateral view of things. Their very symbol is actually a scale!
A free chat is also not an established and safe dialogue. A dialogue demands methods, accurate moderation, sensitivity and serenity. It is a liberating experience, but it demands work. That’s why people rest in the illusion that it easier to let the solutions hang over somebody else’s decision. Let someone else be the scale of my conflicts.
Conflict resolution has to bring in everyone who’s somehow involved in the question to be part of the conversation. To be part of the process. The mediator has to guarantee the evolution of the conflict, in order for it to be transcended, in a secure environment. What is frequently done is exactly the opposite: Let all people who are involved out and let some external part decide what should be done.
It’s an option, but a sad one, that should be the last, not the only one.

You are what you do

Nota

Sometimes, in life, somethings we do become so important, that we define ourselves by them.

Then, there is a moment that you quit on doing them. You do not make this decision. You just skip a day, then two, then tree…

One day, your reaction on something surprises you, and you think of yourself and realize you´re not anymore the one you thought you were.

Being, is not “wanting to be”. It is doing the things that make you the one you want to be.

A Liberdade da Loucura

Neste feriado aproveitei pra ir ao teatro. Independente de comentários sobre a peça, que tomarei cuidado de fazer com mais vagar pra evitar injustiças, uma cena me chamou a atenção num despertar de curiosidade.
Os atores, em determinado momento, representam um grupo de, por assim dizer, loucos. São pacientes internados em uma instituição para doentes mentais.
Todos eles atuando com competência, representando de forma angustiantemente cuidadosa os pacientes com suas manifestações doentias. Mas era inevitável perceber o prazer em cada ator ao escolher como reprentaria ele sua loucura. Como cada um deles escolheu manifestar sua dita falta de sanidade, parecia ser um prêmio dado a cada um pela sua atuação nas demais cenas.
O prazer de poder ser louco e manifestar livremente sua loucura, permitindo ao corpo senti-la e à mente libertá-la, protegidos pelo palco e pela representação, era o brinde dado a cada ator, cuja a alegria em poder faze-lo transparecia em suas faces alegres e leves.
Como é bom poder ser louco vez por outra.

Inovação sem Pressão

Enquanto nos esforçamos para criar o novo, os jovens o fazem sem esforço ou consciência. Apenas por ser isto, natural.
Também os jovens um dia assistirão a chegada dos mais novos, sem dar-se conta de que os que chegam não são crianças arrogantes, mas jovens que chegam mais uma vez com o novo enquanto, sem perceber, os que observam deixam de ser eles mesmos os jovens da vez.
E por isso tudo ocorrer enquanto vivemos, somos surpreendidos por esta mudança tão óbvia. A aprendizagem que nos cabe é aprender a saborear a maturidade e oferecê-la com humildade para que o novo seja cada vez melhor. O duro é que ser jovem é o desejo constante, pois a sensação de aventura oferecida pelo novo compensa a constante angustia da juventude que aproveita o momento com intensidade, mas sem a consciência de que o momento é apenas o momento e, sem dúvida, passará. Sempre passará pois a impermanência é lei inquestionável da vida.

E a juventude sempre passará, deixando sua grande e inquestionável transformação no mundo que permanecerá até que se vá, como sempre irá.

Todo acordar pode ser um novo nascer

Todo acordar pode ser um novo nascer
(to a dear brother) 

Hoje me assustei. Sabe aquela coisa de trabalhar demais, sob stress e sem parar pra relaxar e escutar de verdade o coração e a alma. A história é clássica, mas hoje passou perto demais.
É difícil acreditar que as coisas podem acontecer conosco, porque preferimos nos alimentar das emoções que elas provocam quando acontecem com os outros. A realidade, porém, é mais direta: Elas podem, sim, acontecer conosco. Cuidar-se é uma atitude diária. Começa já. Não dá pra deixar pra amanhã, porque deixar pra amanhã torna-se um hábito. Um mal hábito!
Cuidar-se dá trabalho. Dá trabalho porque demanda discuplina e provoca os outros para que te pressionem a parar com isso. Todos incentivam, mas ao mesmo tempo te combram com demandas infindáveis que jamais caberão no tempo.
A atitude de cuidar-se é uma atitude de amor, pela vida e por si próprio. É uma attitude de humildade, ao aceitar nossa mortalidade e nossa fragilidade.
Somos seres maravilhosos, munidos de ferramentas maravilhosas que mal usamos e pouco aprendemos a usar. Usamos pouco o corpo, pouco a mente, pouco a alma. Usamos pouco nossas conexões, o amor que há no mundo e o mundo ao nosso redor. Usamos muito da forma errada, usamos pouco da forma boa.
Pare agora! Uma ano novo vai começar. Aproveite a oportunidade. Mas a mudança não vem do novo ano, vem de você.
Budha certa vez disse: Todo acordar é um novo nascer. Ao que um monge com quem muito estudei completou: E cada segundo pode ser seu acordar.
Desejo que meu amigo querido, irmão, alma boa, iluminado, ache seu caminho para acalmar sua mente, escutar sua alma e viver sua vida. Pois há muita vida nele para ser vivida. Muita riqueza para ser desperdiçada na velocidade do tempo.
Você tem a coragem e a sabedoria pra fazer da sua vida tudo o que ela merece. Não viva apenas para atender as demandas dos outros, pois você é uma pessoa especial e todos acharão confortável te demandar sempre.
Meu coração sofre com tua angústia meu irmão.